Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude! (Algusto Cury)



sábado, 13 de dezembro de 2014

22 de abril: Nem sempre se comemorou o descobrimento neste dia

Nem sempre o descobrimento do Brasil foi comemorado a 22 de abril. Logo depois da proclamação da República e até a Revolução de 30, o evento, que era feriado nacional, celebrava-se no dia 3 de maio. Isso quer dizer que havia outro entendimento sobre a data em que as caravelas de Cabral chegaram a Porto Seguro? Exatamente. E quer dizer também que a História não é uma disciplina estática.
Foto: Internet
Apesar de os fatos do passado estarem definitivamente concluídos, o modo de entendê-los pode se modificar de acordo com as novas informações que eventualmente deles se dispõe, assim como com as circunstâncias sociais do presente. Mas voltemos ao 3 de maio.

Esta teria sido a data do descobrimento, segundo o clássico historiador lusitano Gaspar Correia (1495-1561), que a deduziu do fato de Cabral ter batizado a terra de “Vera Cruz”, nome mudado pelo rei dom Manuel para “Santa Cruz”, em função da comemoração religiosa de mesmo nome, que ocorria a 3 de maio. Por isso também,José Bonifácio, o Patriarca da Independência, propôs que a abertura da primeira Assembleia Constituinte brasileira, em 1823, caísse nesse dia, para coincidir com o descobrimento.

Uma carta de 1500

Apesar do prestígio de que gozava a versão de Gaspar Correia, no entanto, um documento que permanecera esquecido por quase três séculos nos arquivos portugueses, tinha sido transportado para o Brasil junto a milhares de outros, por ocasião da vinda da família real para o Brasil em 1808, e acabou mudando a visão da história.

Esse documento foi descoberto por um pesquisador, o padre Aires de Casal, que o publicou em 1817, deixando evidente que o descobrimento acontecera a 22 de abril. Tratava do depoimento de uma testemunha ocular: a carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral.

É curioso o fato de que um homem com a formação de José Bonifácio não tenha tomado conhecimento da Carta de Caminha. De qualquer modo, sabe-se que já na segunda metade do século 19, ao fim do Segundo Reinado, fazia parte do conhecimento do cidadão brasileiro culto que o descobrimento ocorrera a 22 de abril, data que, contudo, não fazia parte dos feriados do Império.

Festas nacionais

Após a proclamação da República, o decreto 155 b, de 14 de janeiro de 1890, do governo provisório, “considerando que o regimen republicano basêa-se no profundo sentimento de fraternidade universal; que esse sentimento não se póde desenvolver convenientemente sem um systema de festas publicas destinadas a commemorar a continuidade e a solidariedade de todas as gerações humanas”, estabeleceu um calendário de festas cívicas.

Nele, havia grandes novidades para a época, como a comemoração de Tiradentes a 21 de abril, a do descobrimento a 3 de maio e até a do 14 de julho, em homenagem à República, à Liberdade e à Independência dos Povos Americanos. O distinto público, que, segundo a expressão do jornalista republicano Aristides Lobo (1838-1896), assistiu à proclamação “bestializado”, mais bestializado se sentiu com essas festas cívicas cujo propósito não entendia.

Na imprensa, por exemplo, dado que se tomava por fato consumado que o descobrimento ocorrera a 22 de abril, cogitava-se que o governo provisório estabelecera o feriado de 3 de maio para evitar dois feriados consecutivos, a saber, o de Tiradentes e o descobrimento.

Vantagem do trabalho nacional

O primeiro governo republicano, porém, só cogitou de dar explicações sobre o calendário cívico anos mais tarde. Para isso, encomendou ao jurista Rodrigo Octavio o livro “Festas Nacionais”, que, publicado em 1893, tornou-se o mais antigo manual de educação moral e cívica do país. Explicava, tintim por tintim, as datas celebradas e, entre outras coisas, estabelecia o mito de Tiradentes como mártir da Independência.

Quanto ao 3 de maio, não convenceu. Com a Revolução de 1930 e o decreto 19.488, Getúlio Vargas, considerando que “com manifesta vantagem do trabalho nacional, podem e devem ser reduzidos os dias feriados”, extinguiu definitivamente a folga do descobrimento do Brasil.

De resto, já na comemoração dos 500 anos da efeméride, a própria ideia de descobrimento passou a ser questionada, de vez que se trata de uma noção que se origina na perspectiva do colonizador europeu.

Fonte: educacao.uol.com.br

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Um pouco de História

A praia era o habitar das abelhas, mas os pescadores queimaram as suas colmeias, também conhecidas como enxus. E hoje, a vila cresce e se desenvolve com a pesca da lagosta.
 

No começo dos anos 50 do Século XX, havia um trecho de praia do litoral potiguar que era defendida pelos seus habitantes com unhas e dentes. Mas esses seres dominantes não tinham nem unhas nem dentes. Tinham ferrão. Eram as abelhas.


Foto: Internet (Enxu Queimado - RN)
Por conta disso, os pescadores tinham suas casas bem distantes do mar, na vila de Canto de Baixo, que pertencia ao município de São Bento do Norte e era um próspero distrito, vivendo do comércio, da agricultura e da pesca.
As abelhas eram um desafio e não deixavam ninguém em paz, nas imediações da orla mais próxima do distrito. Elas faziam enxus nas pedras e nos coqueiros e eles se multiplicavam cada vez mais.

Até que alguém teve a ideia de queimar os enxus, para diminuir o número das abelhas. Muita gente foi contra por conta do mel que era farto, mas os pescadores venceram, fizeram queimadas constantes e as abelhas se renderam ao homem.

Livre do perigo da ferroada, os pescadores começaram a construir pequenas choupanas, para proteger do sol as suas famílias que acompanhavam as saídas e chegadas do mar, trazendo o sustento.

Com o tempo, eles começaram a abandonar suas casas em Canto de Baixo e transformaram as choupanas em casa, cujas paredes e cobertura eram de palha de coqueiro e o chão de areia bem branquinha.

O local passou a ser conhecido como a praia dos Enxus Queimados, pois durante muito tempo a ação do homem continuou sendo vista. E as abelhas que apareciam, tinham o mesmo destino.

Para simplificar a linguagem, o plural foi transformado em singular, e aí é que começa Enxu Queimado, hoje distrito de Pedra Grande e já com a mesma população da sede do município.

A maior preocupação dos nativos é que o nome de Enxu não seja confundido com o de Exu. O enxu é a colmeia das abelhas e exu é uma entidade do candomblé. O nome já foi registrado como Exu Queimado, por erro do IBGE.

Enxu Queimado é hoje um importante pólo pesqueiro na Esquina do Brasil e a sua colônia de pescadores tem mais de 50 barcos, voltados para a pesca da lagosta e da pesca do peixe em alto mar.

A praia tem uma paisagem ornada por dunas e coqueirais e um mar onde ficam ancorados os barcos a motor. Um detalhe é que toda a vila, apesar de viver do mar, da suas costas para ele. São poucas as casas com vistas para a praia.

E para quem nunca viu, vale o registro, o por do sol acontece no mar, durante boa parte do ano, enquanto o sol nasce atrás das dunas.

E se você quiser visitar Canto de Baixo, a então próspera vila que deu origem a Enxu Queimado. Vai ficar decepcionado. A última família de lá, os Varela, mudou-se e aderiu a Enxu. Hoje Canto de Baixo, com as casas soterradas e abandonadas é um canto de saudades.

Fonte: lucianafontes.blogspot.com.br

Mais um ano chegando ao fim...

Cooperativa distribui 7 mil livros para o Natal na periferia de São Paulo

Exemplares serão distribuídos na Zona Sul de São Paulo. Objetivo é incentivar as pessoas a criarem o gosto pela leitura.


A Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa) vai distribuir, durante o mês de dezembro, 7 mil livros na periferia da Zona Sul de São Paulo.
O "Natal com Livros" vai começar a distribuição dos exemplares (adultos e infantis) a partir do dia 14, às 11h, no Largo de Piraporinha.
Foto: Divulgação/ Copperifa
Uma barraca será montada na Estrada do M'Boi Mirim, altura do número 1.000, para que os moradores escolham o melhor exemplar.
Além da barraca com os livros, integrantes da cooperativa vão distribuir exemplares nas proximidades do Largo de Piraporinha para entregar livros aos passantes.

O objetivo da ação, segundo a Cooperifa, é incentivar as pessoas a criarem gosto pela leitura e tem apoio da Global Editora, Companhia das Letras e Fundação Itaú Social.

Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Livro que conta a história do RNTV será lançado nesta quinta (11)

Lançamento acontece na Pinacoteca do Estado a partir das 18h30. Publicação reúne imagens e acontecimentos que marcaram o noticiário.


O livro "RNTV: a notícia no ar" - que conta a história dos mais de 27 anos do telejornal - será lançado nesta quinta-feira (11), a partir das 18h30, na Pinacoteca do Estado, em Natal. O livro, de autoria do jornalista Francisco Júnior, reúne imagens e acontecimentos que marcaram o noticiário potiguar.
De acordo com o autor, a ideia de escrever o livro surgiu durante uma reforma na sede da Inter TV Cabugi em 2011. "O Cedoc, que é o arquivo da TV, foi esvaziado para a reforma e todos os DVDs foram encaixotados. Um dia eu vi uma caixa com DVDs de 1987 e comecei a assistir. Vi as primeiras matérias exibidas na TV e pensei em registrar essa história em livro".
Livro conta a história do RNTV (Foto: Elias Medeiros/ G1)
O prefácio do livro é de Ana Luíza Câmara que foi diretora de jornalismo da TV por 19 anos. O posfácio foi escrito por Luiz veiga que é o atual diretor de jornalismo da Inter TV Cabugi.
A obra é uma viagem no tempo, do início da TV Cabugi, em 1987, até aos dias atuais com a Inter TV Cabugi. São 20 capítulos que compõem uma espécie de almanaque contextualizado com as notícias que foram ao ar nos últimos anos. O livro é todo ilustrado com imagens das reportagens e edições que fizeram parte dessa história.
Mais do que registrar a trajetória do telejornal, o livro mostra a quem acompanha o RNTV um pouco de como ele é produzido e o quanto evoluiu ao longo dos anos em que está no ar. A publicação é uma coletânea de curiosidades sobre o telejornalismo, um resgate dos profissionais que construíram a história da emissora e, ao mesmo tempo, a oportunidade para que todos possam conhecer o jornal em detalhes.
Sobre o autor
Francisco Júnior é jornalista, formado e laureado em Comunicação Social - Jornalismo pela UFRN, desde 2009. O primeiro trabalho em televisão foi em 2007, na TV Universitária. Trabalhou ainda na SIMTV. Em 2008, começou estagiar na Inter TV Cabugi. Dois anos mais tarde foi contratado como produtor de reportagens em Mossoró. Ao retornar à Natal, exerceu as funções de coordenador de produção, produtor de rede, editor de texto do Bom Dia RN, do RNTV e do Cabugi Comunidade. Atualmente é repórter da emissora.

Serviço
Data: 11/12/2014 (quinta-feira)
Horário: Das 18h30 às 21h
Local: Pinacoteca do RN (Ao lado da Assembleia Legislativa)

Fonte: g1.globo.com


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Uma volta pela praia de Caraúbas - RN

A Praia Caraúbas fica localizada a 50 quilômetros da cidade do Natal- RN. É uma pequena vila, ainda guardando uma boa tranquilidade, é formada por uma população em sua maioria de pescadores com uma grande e forte crença religiosa.
Foto: Internet

No que se refere às festividades, tudo se torna muito mais agitado, pois, são nestas dadas que essa pequena vila recebe um grande número de visitantes entre os meses de Novembro e Março.
Foto: Internet


Na parte Sul, dessa maravilhosa praia é completamente ornado por belas falésias que formam uma magnífica paisagem que se pode admirar e banhar nas diversas piscinas formadas pelos corais.

A estrada para o sul, costeada pelas falésias pode oferecer belos pontos de visão do litoral e de vastas extensões de coqueirais. A região possui uma grande variedade de lagos próxima à comunidade de Caraúbas.

Foto: Internet
No período de Festival, os visitantes que chegam a esta região ocupam as casas de praia e as pousadas próximas que são numerosas.

Foto: Internet



Vale apena fazer uma visita nestas férias de final de ano... Vamos lá, pois, essa comunidade lhe espera de braços abertos.

Crianças usam canoa em vez de usar embarcações dadas pelo MEC no PA

No interior do Pará, o Jornal Nacional registrou uma situação absurda no transporte de estudantes. No trajeto para a escola, nove crianças se equilibram a bordo de uma canoa.
“Muito ruim mesmo. Pegando sol, gripe, febre, dor de cabeça”, conta uma menina.

Jornal Nacional: O senhor transporta essas crianças há quanto tempo mais ou menos?
Jessé Damasceno, barqueiro: Três anos.
Jornal Nacional: Não tem colete salva vida, não tem nada?
Jessé Damasceno: Não tem.

Nos barcos maiores, também não há coletes. E nem conforto para os estudantes que moram nas comunidades ribeirinhas em Aracá, no nordeste do Pará.

Jornal Nacional: Como é quando chove?
Estudante: Ah, fica pingando lá dentro. Aí de manhã fica tudo serenado, fica demais ruim pra gente sentar nos bancos, aí está tudo molhado.

Lanchas para o transporte escolar sem funcionar há quase um ano

A prefeitura aluga os barcos para transportar alunos. Mas a poucos metros do porto, o Jornal Nacional encontrou embarcações novinhas paradas.

O Ministério da Educação disse que desde 2011 já entregou à prefeitura de Acará 16 lanchas para o transporte escolar. Mas na beira do rio, estão paradas sete lanchas e na parte seca mais duas, totalizando nove embarcações. Segundo os moradores, as lanchas estão há quase um ano sem funcionar. Na garagem da prefeitura, a 10ª lancha sem uso.

Imagens gravadas por alunos mostram a situação dos ônibus

Quem vai para a escola de ônibus também enfrenta dificuldades. Segundo o MEC, Acará recebeu 15 veículos novos e R$ 1,7 milhão, este ano, para fazer a manutenção do transporte escolar. Mesmo assim, na Zona Rural, os ônibus são antigos, com pneus carecas, sem velocímetro. E transportam combustível entre os bancos.

“Nunca mudou, é sempre esse ônibus precários para a gente andar”, diz uma estudante.

Jornal Nacional: É difícil transportar as crianças assim?
Motorista: Com certeza. É muito difícil e perigoso, demais.

Prefeito alega que o repasse mensal não é suficiente para melhorar a frota

O prefeito de Acará disse que as lanchas escolares estão paradas porque os pilotos aprovados em concurso precisam ser treinados. Sobre os ônibus, o prefeito alega que o repasse mensal do MEC não é suficiente para melhorar a frota, mas que vai trocar os ônibus com problemas.

“Vem superlotado, é uma coisa absurda isso aí, sem cinto de segurança, alta velocidade e às vezes os motoristas não tem nem carteira”, diz um estudante.

Em imagens gravadas por alunos, a janela do ônibus aparece coberta por um plástico. Outro só pegou com a ajuda dos estudantes.

“Nunca mudou, é sempre esse ônibus precários para a gente andar”, diz uma estudante.

Jornal Nacional: É difícil transportar as crianças assim?
Motorista: Com certeza. É muito difícil e perigoso, demais.

Prefeito alega que o repasse mensal não é suficiente para melhorar a frota

O prefeito de Acará disse que as lanchas escolares estão paradas porque os pilotos aprovados em concurso precisam ser treinados. Sobre os ônibus, o prefeito alega que o repasse mensal do MEC não é suficiente para melhorar a frota, mas que vai trocar os ônibus com problemas.


Fonte: g1.globo.com

Mais de 60% das prefeituras do RN não terão condições de pagar o 13º salário e a folha deste mês

Ainda de acordo com a Tribuna do Norte pelos cálculos da Femurn, mais de 60% das prefeituras não terão condições de pagar o décimo terceiro e a folha de dezembro dentro do prazo previsto pela  legislação trabalhista. 

Diante das dificuldades, pagamentos de obrigações sociais, do crédito consignado, na grande maioria dos municípios será transferido para janeiro, juntamente com pagamento de prestadores de serviços. Segundo Benes, a situação chegou a tal ponto que está  encarado como uma vitória, motivo de comemoração, “cumprir a obrigação de pagar os salários em dia.

” Ele informou ainda que mais de 100 prefeituras já receberam alertas do TCE sobre o inchaço da folha salarial. Se os gestores não conseguirem se adequar aos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (51% prudencial e 54 limite máximo), poderão ser afastados ou perder o mandato por improbidade administrativa. “A situação atual é preocupante porque os municípios recebem os sinais de alerta, mas não estão conseguindo se adequar aos limites impostos pela lei (prudencial quando as despesas chegam a 51% da receita corrente líquida, e 54% o limite máximo permite por lei). O momento é de extrema dificuldade”.

Fonte: marcosdantas.com

RN tem a 2ª menor taxa de avanço

O índice de jovens no Rio Grande do Norte que conseguem concluir o Ensino Médio até os 19 anos aumentou nos últimos sete anos (de 2007 a 2013), mas esse aumento foi o segundo mais baixo entre todos os nove estados do Nordeste, superando apenas a Bahia.  

Os dados, que fazem parte do levantamento feito pela ONG Todos Pela Educação (TPE) para monitorar a Meta 4 do movimento – Todo jovem de 19 anos com o Ensino Médio concluído – aponta que em 2013 nenhum estado do Nordeste conseguiu o objetivo e mostra ainda que o RN e a Bahia, apesar de terem melhorado em relação ao ano anterior, se distanciaram da meta, que era de 60,6% e 52,3%, respectivamente.


foto: Internet
Segundo o estudo, em 2007 o índice do RN era de 36,7% e, em 2013, passou para 46,3% (um aumento de 9,6 pontos percentuais apenas). Na Bahia, esse índice aumentou, no mesmo período, de 31,1% para 37,9% (somente 6,8 pontos percentuais a mais).     


O Rio Grande do Norte também não foi bem no ensino fundamental. A meta era de que, no ano passado, 80% dos estudantes com até 16 anos de idade deveriam concluir esta etapa da educação básica. A taxa ficou em 59,1% acima da verificada em 2012, mas no mesmo patamar de 2011.

Os indicadores foram calculados com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013. O Brasil atingiu a Meta 4 de 2007, início do monitoramento feito pelo TPE, até 2009, mas após esse período tem demonstrado um crescimento tímido em ambos os indicadores, descolando-se gradualmente das metas intermediárias. 

“A taxa de conclusão do Ensino Fundamental vem apresentando crescimento, embora numa velocidade menor do que a necessária para alcançar a meta. Já a trajetória da taxa de conclusão do Ensino Médio é preocupante, uma vez que apresenta uma tendência de estagnação”, disse Alejandra Meraz Velasco, coordenadora geral do movimento Todos Pela Educação. “O investimento e a melhora da qualidade do Ensino Médio são urgentes, mas devemos ter clareza de que o crescimento dos indicadores dependerá, também, em boa medida, da melhoria da Educação Básica desde os primeiros anos”, concluiu.

Para a educadora Cláudia Santa Rosa, diretora executiva do Instituto de Desenvolvimento em Educação (IDE), os dados apresentados pela pesquisa são preocupantes, embora nada surpreendentes. 

“O estudo expõe, mais uma vez, a realidade da educação no Rio Grande do Norte, que patina em resultados preocupantes já faz algum tempo. Essa situação resulta de um conjunto de fatores que têm sua origem na falta do cumprimento do básico”, diz ela. 

Santa Rosa cita, por exemplo, os constantes casos de escolas que acabam o ano letivo e os alunos não vêem uma aula sequer de determinadas disciplinas.

“Isso gera o fracasso escolar, com baixo desempenho dos que permanecem na escola e também a evasão, que muito provavelmente é o resultado que nós estamos vendo neste estudo. Dizer que menos de 50% de jovens concluem o Ensino Médio até os 19 anos é o mesmo que dizer que mais de 50% não concluem aos 19 anos e que parte deles sequer concluem, abandonam a escola”, diz a educadora, que vê esse cenário como resultado de uma educação que não consegue responder às necessidades dos jovens.

Fonte: tribunadonorte.com.br

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Aula campo: Canguaretama - Pedro Velho/ RN

No dia 18 de Outubro deste ano foi realizada uma aula de campo com destino as Cidades de Canguaretama e Pedro Velho no Rio Grande do Norte.  Participaram do evento um número de vinte e sete alunos do ensino Fundamenta II que fazem parte do Centro de Educação Integrada de Maracajaú. 
Durante o momento do referido evento os alunos observaram os diferentes tipos de arquiteturas espalhados por todo nosso estado... Desde colônias... Até as da atualidade. Além desses temas os alunos ainda apreenderam muito sobre a questão da economia açucareira no RN e em todo Nordeste.

Visita ao Baobá - Pedro Velho/ RN
Foto: Fernando Vicente
Pedro Velho RN
Foto: Fernando Vicente
Pedro Velho RN
Foto: Fernando Vicente
Engenho de Cunhaú
Foto: Fernando Vicente
Ruína de Cemitério Jesuíta
Foto: Fernando Vicente
Chegada ao Engenho de Cunhaú
Foto: Fernando Vicente
Igreja Católica de Canguaretama
Foto: Fernando Vicente
Ruínas de Igreja Jesuíta em Pedro Velho
Foto: Fernando Vicente
Ruínas de Igreja Jesuíta em Pedro Velho
Foto: Fernando Vicente
No centro da Cidade Pedro Velho
Foto: Fernando Vicente
No centro da Cidade Pedro Velho
Foto: Fernando Vicente
Igreja Católica de Pedro Velho
Foto: Fernando Vicente




valeu pessoal!






quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Os Estados Unidos

Estados Unidos da América é um país localizado no continente americano, mais precisamente na América do Norte. O nome desse país é também expresso a partir de siglas como USA, US e EUA. Os Estados Unidos são divididos em 50 Estados. O território dos Estados Unidos limita-se ao norte, com o Canadá; ao sul, com o México; a oeste, com o oceano Pacífico; e a leste, com o oceano Atlântico.
Foto: Internet
O país é o terceiro mais populoso do mundo, superado somente pela China (1,3 bilhão) e Índia (1,1 bilhão). A população estadunidense é de aproximadamente 314,6 milhões de habitantes, distribuídos em um dos maiores países do mundo, ocupando uma área de 9 363 520 km².
Em razão da sua extensão territorial, há uma variedade de paisagens no país, das quais podemos citar: floretas temperadas, pantanais, planícies, montanhas rochosas, desertos, florestas húmidas, regiões árticas e ilhas vulcânicas.
O seu tamanho faz com que o país apresente uma grande variedade de climas, entre os principais: subtropical, polar, mediterrâneo e temperado.
Etnicamente, a população dos Estados Unidos é constituída por alemães, irlandeses, ingleses, italianos, escandinavos, poloneses, franceses, hispânicos, africanos e asiáticos.
Os Estados Unidos possuem a principal economia do mundo, a sua moeda é forte e é usada como referência para demonstrar dados econômicos, por exemplo.
O subsolo do país abriga uma grande riqueza em minérios, como ouro, petróleo, carvão e urânio. Na agricultura, apresenta como um dos mais desenvolvidos do mundo, sendo grande produtor de milho, trigo, açúcar e tabaco. Na indústria o país também se destaca, uma vez que seu parque industrial é bastante diversificado, atuando na produção de base e no desenvolvimento de tecnologia de ponta. Os principais produtos industrializados são automóveis, aviões e produtos eletrônicos. Mas o setor da economia que mais emprega a população economicamente ativa (PEA) no país é o de serviços, ou seja, terciário.

Informações gerais:

Nome: Estados Unidos da América.
Brasão:
Foto:  Internet
Gentílico: estadunidense, ianque, norte-americano e americano.
Capital: Washington.
Língua oficial: inglês.
PIB (Produto Interno Bruto): 14,02 trilhões de dólares.
Renda per capita: 46.272 dólares.
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,902 (muito alto).
Esperança de vida: 78 anos.
Mortalidade infantil: 6,37/ mil nasc.
Alfabetização: 99%.
Moeda: dólar americano.


Site oficial: www.usa.gov

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Conflitos entre Israel e Palestina

Os conflitos entre Israel e Palestina nasceram em tempos remotos, pois se enraízam nos ancestrais confrontos entre árabes e israelenses. Mas os embates entre estes povos, que detêm a mesma origem étnica, recrudesceram no final do século XIX, quando o povo judeu, cansado do exílio, passou a expressar o desejo de retornar para sua antiga pátria, então habitada em grande parte pelos palestinos, embora sob o domínio dos otomanos. O ideal judaico de retorno á terra natal de seus antepassados é conhecido como Sionismo, vigente desde 1897, estimulado pela Declaração de Balfour, iniciativa britânica, que dá aos judeus aquilo que até então eles não tinham, direitos políticos próprios de um povo. Neste momento, vários colonos judeus começaram a partir na direção da terra prometida.

Com a queda do Império Otomano, a Inglaterra transforma a região em colônia britânica, instituindo um protetorado - apoio dado por uma nação a outra menos poderosa - na região pleiteada tanto por palestinos quanto por israelenses, o qual se estendeu de 1918 até 1939. Depois do início da SegundaGuerra Mundial, com a perseguição do Nazismo aos judeus, os problemas se agravaram, pois mais que nunca eles desejavam retornar à Palestina, há muito tempo consagrada como um território árabe.
Foto: Internet

O principal confronto entre palestinos e israelitas se dá em torno da soberania e do poder sobre terras que envolvem complexas e antigas questões históricas, religiosas e culturais. Tanto árabes quanto judeus reivindicam a posse de territórios nos quais se encontram seus monumentos mais sagrados. A ONU ofereceu aos dois lados a possibilidade de dividir a região entre palestinos e israelenses; estes deteriam 55% da área, 60% composta pelo deserto do Neguev. A Palestina resistiu e se recusou a aceitar a presença de um povo não árabe neste território.

Com a saída dos ingleses das terras ocupadas, a situação se complicou, pois os judeus anunciaram a criação do Estado de Israel. Egito, JordâniaLíbanoSíria e Iraque se mobilizaram e deflagraram intenso ataque contra os israelenses, em busca de terras. Assim, o Egito conquista a Faixa de Gaza, enquanto a Jordânia obtém a área composta pela Cisjordânia e por Jerusalém Oriental. Como conseqüência desta disputa, os palestinos são desprovidos de qualquer espaço nesta região.

A OLP – Organização para Libertação da Palestina –, organização política e armada, voltada para a luta pela criação de um Estado Palestino livre, é criada em 1964. Logo depois, em 1967, os egípcios passam a impedir a passagem de navios israelenses e começam a ameaçar as fronteiras de Israel localizadas na península do Sinai, enquanto Jordânia e Síria posicionam seus soldados igualmente nas regiões fronteiriças israelenses. Antes de ser atacado, o povo israelita dá início àGuerra dos Seis Dias, da qual sai vitorioso, conquistando partes da Faixa de Gaza, do Monte Sinai, das Colinas de Golã, da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental. Em 1982, obedecendo a um acordo com o Egito, assinado em 1979, os israelenses deixam o Sinai.

Em 1973, outra guerra se instaura entre Egito e Síria, à frente de outros países árabes, e Israel, o Yom Kippur, assim denominada por ter se iniciado justamente nas comemorações deste feriado, um dos mais importantes dos judeus, com um ataque surpresa dos adversários. Este embate provoca no Ocidente uma grande crise econômica, pois os árabes boicotam o envio de petróleo para os países que apóiam Israel, mas apesar de tudo os israelenses saem vitoriosos, com acordos estabelecidos em Camp David, território norte-americano. O Egito é o primeiro povo árabe a assinar um tratadode paz com Israel, sob os governos do egípcio Anuar Sadat e do primeiro ministro israelense Menahen Begin. Em conseqüência deste ato, o país é expulso da Liga Árabe.

Mas a paz não dura muito. Em 1982 Israel ataca o Líbano, com o suposto objetivo de cessar as investidas terroristas que seriam empreendidas pela OLP a partir de bases localizadas neste país. Cinco anos depois ocorre a primeira Intifada – sublevação popular assinalada pela utilização de armas rudimentares, como paus e pedras, atirados contra os judeus; mas ela não se resumia só a essas investidas, englobava também vários atentados sérios contra os israelenses. Finalmente, em 1988, o Conselho Palestino rejeita a Intifada e aceita a Partilha proposta pela ONU.

No ano de 1993, através do Acordo de Paz de Oslo, criou-se a Autoridade Palestina, liderada pelo célebre Yasser Arafat. Os palestinos, porém, continuaram descumprindo as cláusulas do tratado por eles firmado, pois a questão principal, referente a Jerusalém, se mantém em aberto, enquanto os israelenses, mesmo dispostos a abandonar várias partes dos territórios ocupados em Gaza e na Cisjordânia, preservam neles alguns assentamentos judaicos. Por outro lado, não cessam os atentados palestinos.

Uma nova Intifada é organizada a partir de 2000. Um ano depois Ariel Sharon é elevado ao cargo de primeiro-ministro de Israel, invade novamente terras palestinas e começa a edificar uma cerca na Cisjordânia para evitar novos atentados de homens-bombas. Em 2004 morre Yasser Arafat, substituído então por Mahmud Abbas, ao mesmo tempo em que israelenses recuam e eliminam encraves judaicos nos territórios ocupados. O terror, porém, continua a agir. Em 2006 ocorre um novo retrocesso com a ascensão do Hamas, grupo de fundamentalistas que se recusa a aceitar o Estado de Israel, ao Parlamento Palestino. Qualquer tentativa de negociação da paz se torna inviável.

As chances do nascimento de um Estado Palestino eram crescentes, mas com a eleição do Hamas, não reconhecido pela comunidade internacional, tudo se complica e as possibilidades de paz se reduzem. Neste momento, por conta de confrontos internos entre os palestinos, eles perdem a maior oportunidade de garantir a soberania sobre o território reivindicado, pois há uma nova escalada do terror. Em 2006 também ocorre o afastamento de Ariel Sharon, atingido por um derrame cerebral que o deixa em coma. Ele é então substituído temporariamente por Ehud Olmert, logo depois consolidado no poder pela vitória de seu partido nas eleições.

Atualmente, a maior parte dos palestinos e israelenses concordam que a Cisjordânia e a faixa de Gaza devem constituir o Estado Palestino; e o Hamas e o Fatah uniram-se para a instauração de um governo de coalizão, à custa de muito sangue palestino derramado, mas esse passo ainda não foi suficiente para instalar a Palestina de volta nas mesas de negociação.

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conflito_israelo-palestino
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u105498.shtml
http://www.historiamais.com/israel_arabes.htm




sexta-feira, 15 de agosto de 2014

A história do Engenho Cunhaú

Canguaretama além de ser palco de um show de belezas naturais foi palco também de uma das maiores carnificinas do Rio Grande do Norte. Em 16 de julho de 1645, o Pe. André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis participavam da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, que deu nome ao local. O engenho Cunhaú, também fica em Canguaretama, na verdade um pouco longe de Praia do Sagi.
Segundo o Postulador da Causa dos Mártires, Monsenhor Francisco de Assis Pereira, em seu livro Protomártires do Brasil: "Os holandeses chegaram à Capitania do Rio Grande, no dia 08 de dezembro de 1633. Depois da rendição pelos portugueses da Fortaleza dos Reis Magos, que defendia a entrada marítima da Cidade (de Natal), a principal preocupação dos invasores foi assumir, o quanto antes, os pontos estratégicos que garantiam a economia da região e subsistência da população".
Capela do engenho
Foto: Internet  
A economia do Rio Grande do Norte era ainda bastante primitiva. Viviam os moradores das plantações de milho e mandioca, da pesca e da criação de gado. Uma outra fonte de renda para o Rio Grande era a lavoura de cana de açúcar. Na capitania do Rio Grande havia apenas dois engenhos: o Potengi e o Cunhaú. O primeiro a ser invadido pelos holandeses foi o Potengi, por estar mais próximo de Natal, apesar do engenho Potengi não representar muito para a economia do Rio Grande. O engenho Cunhaú, a 80 Km de Natal, era o mais importante centro da economia do Rio Grande.
O vale do Cunhaú, onde estava situado o engenho, irrigado pelo rio do mesmo nome, constituía um imenso campo verdejante de canaviais e plantações de milho e mandioca. Toda a colheita de cana de açúcar era moída no engenho que chegou a ter safras anuais de seis a sete mil arroubas de açúcar. A produção de açúcar, carne e farinha era exportada para Pernambuco e Paraíba, através do Rio Cunhaú que desemboca no Oceano Atlântico.
Por tudo isso, Cunhaú se tornou o alvo da ambição e cobiça dos holandeses na sua ânsia de dominar toda a região e controlar a sua economia. Sua posição estratégica, a meio caminho da Paraíba, fez de Cunhaú um palco de lutas sangrentas, vinganças e saques entre portugueses, índios e holandeses.
O MORTICÍNIO NA CAPELA DE CUNHAÚ
Passadas as turbulências que caracterizaram o início da ocupação, a vida do engenho parecia ter voltado à normalidade. Ao redor da Capela de Nossa Senhora das Candeias, viviam pacatamente 70 modestos colonos com suas famílias, inteiramente dedicados aos trabalhos na lavoura e na moagem da cana.
O movimento de insurreição contra o domínio holandês já começara em Pernambuco, mas na capitania do Rio Grande tudo parecia normal. Bastou, porém, a presença de Jacó Rabe, um alemão a serviço dos holandeses, para que o clima se tornasse tenso.
Rabe era um personagem conhecido dos moradores de Cunhaú. Freqüentes eram aquelas incursões por aquelas paragens, sempre acompanhado de seus amigos e liderados, os ferozes índios tapuias. A simples presença de Rabe e dos tapuias já constituía motivo suficiente para suspeitas e temores. Além dos tapuias, Jacó Rabe trazia, desta vez, consigo alguns potiguares com o chefe Jererera e soldados holandeses, uma vez que se apresentava em missão oficial, dizendo-se portador de uma mensagem do Supremo Conselho Holandês, do Recife aos moradores de Cunhaú.
No dia seguinte, um domingo, aproveitando a presença de um grande número de colonos na igreja para a missa dominical celebrada pelo Pároco Pe. André de Soveral, Jacó Rabe mandara afixar nas portas da igreja um edital, convocando a todos para ouvirem as Ordens do Supremo Conselho, que seriam dadas após a missa.
Muitos compareceram, mas uma chuva torrencial, providencialmente caída naquela manhã, impediu que o número fosse maior. (...) Como havia um certo receio pela presença de Jacó Rabe alguns preferiram ficar esperando na casa de engenho.
Quando chegou a hora da missa, os fiéis, em grupos de familiares ou de amigos, se dirigiram à igrejinha de Nossa Senhora das Candeias. Levados a cumprir o preceito religioso, evidentemente não portavam armas, proibidas pelas autoridades holandesas.
Bastou o Pe. André iniciar a celebração, e a um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da Igreja e se deu início à terrível carnificina. Foram cenas de grande atrocidade: os fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram covardemente atacados e mortos pelos flamengos com a ajuda dos tapuias e potiguares. Ao perceber que iam ser mesmo sacrificados, os fiéis não se rebelaram. Ao contrário, rezavam enquanto o Pe. André rezava apressadamente o ofício da agonia.


Fonte: www.arquidiocesedenatal.org.br/Martires.htm

terça-feira, 29 de julho de 2014

Uma reflexão que não é para todos...

Olá pessoal! Seria esse o motivo de tanto sucesso de Bill Gates? Bom seguindo esses mandamentos explica por que ele tem a fama de capitalista criativo! Mas concordo realmente o mundo não esta nem ai pra você.
Num discurso de 10 minutos perante uma plateia de estudantes do ensino secundário, Bill Gates anunciou 11 mandamentos para que os jovens sobrevivam no mundo real e para que o sistema de ensino se torne eficaz. Vale a pena, num momento em que debate sobre a qualidade do ensino.

1. A vida não é fácil; acostume-se a isso.

2. O mundo não está preocupado com a vossa autoestima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.

3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o vosso próprio carro e telefone.

4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.

5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: chamam oportunidade.

6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.

7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.

8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos? Façam bem à primeira!

9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.

10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja simpático com os estudiosos. Aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles.

EDIT - Para quem quer saber de onde essas frases foram tiradas:

Fonte: www.guj.com.br

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Para refletir

Os Quatro Alunos


Eram quatro rapazes que estudavam em uma mesma classe: Arrependido, Falso, Mínimo e Quero-tentar.
Arrependido era um rapaz desanimado com os estudos, não fazia nada na sala de aula e muito menos os deveres de casa. Não pensava no seu futuro e vivia achando que estava perdendo tempo naquela escola e por isso arrependia-se por não poder ficar pelas ruas com seus colegas. Por não gostar de estudar, tirava notas baixas.
Falso era um cara mentiroso e um pouco preguiçoso para com os estudos. Ou copiava de alguém ou falsificava o que fazia. Na realidade mesmo, nada fazia e era tão falso quanto sua própria nota. Apesar de ser razoável, pois tudo que precisava era "colar" ou confiar no amigo na hora da avaliação, raramente isso falhava.
Mínimo era um rapaz que não pensava muito longe, para este o que importava era conseguir uma nota que o aprovasse, portanto, estudava pouco, mas não "colava" nas avaliações e não passava disso, 60% era o bastante e contentava-se com este mínimo. Sempre tinha um pensamento: "Tenho boas notas porque não perdi nenhuma".
Quero-tentar gostava do que fazia. Quando lhe apresentavam algo novo, um problema que ele não soubesse, ele dizia: "vou tentar resolvê-lo" e quase sempre conseguia mesmo. Não era nem mais, nem menos inteligente do que os outros, mas tinha força de vontade. Suas notas eram boas, porém, não estudava para tirar notas e sim para ficar sabendo. Este era aluno todos os dias e sua persistência o ajudava vencer.
Assim, Quero-tentar era o primeiro da classe. Em termos de aprendizagem, Mínimo era o penúltimo, Falso era o último, pois, só tinha nota e não sabia nada. Arrependido abandonou a escola.
Hoje, todos já são homens feitos e cada um teve seu destino:
Arrependido mora numa grande favela chamada TARDE DEMAIS;
Falso queria ser político, mas foi infeliz porque descobriram sua falsidade; foi julgado e condenado por um juiz chamado VERDADE;
Mínimo com seu conhecimento mínimo, é soldado mínimo das Forças Armadas, ganha um salário mínimo e tem um comandante muito exigente chamado Máximo, que sempre lhe cobra 100%.
Quero-tentar se saiu melhor e hoje é presidente de um país chamado "República Democrática dos Sucessos".

Autora: Xênia da Matta