Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude! (Algusto Cury)



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A origem do dia das crianças

O Dia das Crianças é uma data comemorada em diferentes países. De acordo com a história e o significado da comemoração, cada país escolhe uma determinada data e certos tipos de celebração para lembrar de seus menores. Ao mesmo tempo, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) convencionou o dia 20 de novembro para se comemorar o dia das crianças.
Foto: Internet

A escolha desta data se deu porque nesse mesmo dia, no ano de 1959, o UNICEF oficializou a Declaração dos Direitos da Criança. Nesse documento, se estabeleceu uma série de direitos válidos a todas as crianças do mundo como alimentação, amor e educação. No caso brasileiro, a tentativa de se padronizar uma data para as crianças aconteceu algumas décadas antes.

Em 1923, a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, sediou o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. No ano seguinte, aproveitando a recente realização do evento, o deputado federal Galdino do Valle Filho elaborou o projeto de lei que estabelecia essa nova data comemorativa. No dia 5 de novembro de 1924, o decreto nº 4867, instituiu 12 de outubro como data oficial para comemoração do Dia das Crianças.

Entretanto, a data não se tornou uma unanimidade imediata. Somente em 1955, a data começou a ser celebrada a partir de uma campanha de marketing elaborada por uma indústria de brinquedos chamada Estrela. Primeiramente, Eber Alfred Goldberg, diretor comercial da empresa, lançou a chamada “Semana do Bebê Robusto”. O sucesso da campanha logo atraiu a atenção de outros empresários ligados à indústria de brinquedos.

Com isso, lançaram uma campanha publicitária promovendo a “Semana da Criança” com o objetivo de alavancar as vendas. Os bons resultados fizeram com que esse mesmo grupo de empresários revitalizassem a comemoração do “12 de outubro” criado pelo deputado Galdino. Dessa forma, o Dia das Crianças passou a incorporar o calendário de datas comemorativas do país.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Múmias do Egito Antigo e a Mumificação

De acordo com a religião egípcia, a alma da pessoa necessitava de um corpo para a vida após a morte. Portanto, devia-se preservar este corpo para que ele recebesse de forma adequada a alma. Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um complexo sistema de mumificação.

O processo de mumificação

O processo era realizado por especialistas em mumificação e seguia as seguintes etapas:

1º - O cadáver era aberto na região do abdômen e retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc. O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes a parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retirava-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal.
Foto: Internet (Mumificação com Anúbis ao fundo) 

2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.

3º - Após desidratado, enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo.

4º - O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas. 

Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Elas servem como importantes fontes de estudos para egiptólogos. Com o avanço dos testes químicos, hoje é possível identificar a causa da morte de faraós, doenças contraídas e, em muitos casos, até o que eles comiam. 

Graças ao processo de mumificação, os egípcios avançaram muito em algumas áreas científicas. Ao abrir os corpos, aprenderam muito sobre a anatomia humana. Em busca de substâncias para conservar os corpos, descobriram a ação de vários elementos químicos.

Curiosidades: 

Para transformar um corpo em múmia era muito caro naquela época. Portanto, apenas os faraós e sacerdotes eram mumificados.

Alguns animais como, por exemplo, cães e gatos também foram mumificados no Egito Antigo.

Fonte: www.suapesquisa.com


Estudante corre nu durante blitz da Lei Seca em Natal

Segundo a PM, jovem aparentava estar sob efeito de drogas. Blitz ainda prendeu dois motoristas e apreendeu 42 carteiras de habilitação.


Um estudante, que segundo a Polícia Militar aparentava estar sob efeito de drogas, foi detido ao correr nu em meio a uma barreira da Operação Lei Seca realizada na madrugada deste domingo (27) no bairro de Capim Macio, na Zona Sul de Natal. Segundo o capitão Styvenson Valentim, apesar de ter sido detido momentaneamente, o rapaz acabou liberado após retomar a consciência. “Ele não dizia coisa com coisa. Não sabia de onde vinha nem para onde estava indo. Também não sabia dizer se tinha bebido nem se tinha consumido algum entorpecente. Fizemos buscas pela região e conseguimos encontrar as roupas e os documentos dele. Quando voltou ao normal, o levamos para casa”, afirmou o oficial.
Foto: Capitão Styvenson Valentim/ PM
A blitz aconteceu na rua Walter Duarte Pereira, ponto onde a PM e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) quase que semanalmente montam barreiras de fiscalização. Dois motoristas foram presos em flagrante por estarem dirigindo sob efeito de bebida alcóolica e 42 carteiras de habilitação retidas.

"Também apreendemos seis veículos, sendo quatro carros e duas motocicletas”, acrescentou Styvenson.

Fonte: g1.globo.com





MAXARANGUAPE - RN: Vereadores aprovam obrigatoriedade de transporte do escolar a estudantes universitários

Depois de muita reclamação nas redes sociais, por parte dos estudantes universitários de Maxaranguape, e, solicitado ao vereador Crizaldo – PC do B que ajudasse aos estudantes a resolver esse problema, vereador tomou iniciativa de propor na câmara Projeto de Lei que regulamentasse o “amarelinho” para quem estuda fora do Município. Em sessão ordinária realizada dia 15, a unanimidade da casa, Projeto do vereado Crizaldo foi aprovado, com a galeria da Câmara municipal tomada por estudantes. Antes, porém, do início da sessão, segundo vereador Crizaldo, Prefeita Neidinha esteve na câmara reunindo-se com os vereadores pedindo que o Projeto não fosse apresentado. O que de pronto foi recusado pelo vereador do PC do B e outros.

No plenário se deu o debate sobre a matéria que, ao final, todos os edis votaram e aprovaram importante projeto em beneficio dos estudantes. Ainda segundo o vereador Crizaldo, disse que, seu colega Cristovão, antes de entrar no plenário da Casa, ouviu a Prefeita dizer para Chico Araújo, que vetaria o Projeto.

A “bola” está com a Prefeita Neidinha que poderá vetar ou sancionar o projeto. Segundo informações colhidas pela reportagem junto aos vereadores, até os da base de apoio ao governo, caso Prefeita vete o Projeto, o veto será derrubado. Os estudantes, entretanto, devem ficar antenados até curso final da tramitação da matéria.


Fonte: O Litoral Notícias  

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Curiosidades sobre o Egito Antigo

- Os velhos eram muito respeitados no Egito Antigo, pois eles valorizavam muito o conhecimento acumulado com o passar dos anos.
- No Egito Antigo, as crianças começavam a usar roupas a partir dos cinco anos de idade. Os meninos usavam uma tanga e um cinto, enquanto as meninas usavam um vestido.
- No dia do casamento, os noivos costumavam levar alimentos nos templos como oferenda aos deuses. Faziam isso para pedir benção ao casamento.
- Somente os templos e túmulos eram feitos de pedra. As outras construções eram feitas de tijolos de barro misturados com palha picada.
- As camadas mais populares da sociedade egípcia tinham como base da alimentação o pão, o peixe e uma espécie de cerveja. Já os mais ricos comiam carne de ganso, carne de vaca, vegetais, peixes, frutas e bolos. O vinho era uma bebida cara e também era consumida apenas por aqueles que tinham melhores condições sociais.
- Grande parte das roupas no Egito Antigo era feita de linho.
- As mulheres egípcias mais ricas faziam maquiagem usando pó de minerais colorido misturados com óleos vegetais. Usavam também, para ficarem mais bonitas, joias feitas de ouro e pedras preciosas.
Foto: Internet
- As meninos das famílias mais ricas iam para a escola, onde tinham aula com sacerdotes e sábios. As meninas só podiam ir para a escola a partir dos doze anos de idade. As crianças usavam pranchas de gesso e lascas de pedra para escreverem. A escola era muito rigorosa e os castigos físicos eram usados em caso de erros.
- Os filhos de famílias mais pobres (exceto de escravos) aprendiam a profissão do pai em casa ou no local de trabalho. Estas famílias não tinham condições de manterem os filhos numa escola.
- Os sarcófagos dos faráos eram feitos de ouro com adornos de pedras preciosas. Quanto mais poderoso e rico o faraó, mais luxuoso era seu sarcófago.
- O faraó começava o dia fazendo oração para os deuses, pedia proteção e força para resolver as questões da administração do Egito.
- No Egito Antigo havia o divórcio. As mulheres podiam ficar com os filhos e também com parte dos bens do casal. Elas podiam também se casarem novamente.
- As doenças pulmonares eram muito comuns do Egito Antigo. As pessoas costumam inalar muito pó de areia durante as tempestades de areia, o que comprometia, com o tempo, o funcionamento dos pulmões.
- O faráo Aquenáton (Amenófis IV), que governou o Egito Antigo entre 1353-1336 a. C., tentou instituir o monoteísmo. Este faráo tinha por objetivo tirar o poder dos sacerdotes, insitituindo o culto a um deus único: Aton. Como ele seria o único representante deste deus na Terra, concentraria também todo poder. Porém, a tentativa não foi para frente, sendo abandonada pelos governantes seguintes.
- Os egípcios eram muito supersticiosos e acreditavam que os sonhos sempre significavam algo. Se alguém sonhasse com a queda dos próprios dentes, isso significava que alguém da família poderia morrer.

Fonte: www.suapesquisa.com/egito/curiosidades.htm


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Universidade Potiguar disponibiliza atendimentos gratuitos à população no dia 19 de setembro

Evento integra a Campanha da Responsabilidade Social promovida nacionalmente pela ABMES e acontece na Unidade da UnP, na Av. Salgado Filho.

No dia 19 de setembro, a Universidade Potiguar, integrante da rede Laureate, abre suas portas à população de Natal e Região Metropolitana para um dia de atendimentos gratuitos nas áreas da saúde, cultura, lazer e cidadania. Os atendimentos e serviços acontecerão na Unidade Salgado Filho. O atendimento será aberto ao público às 9h da manhã e seguem até às 17h.

Ao todo, serão mais de 40 tipos de atendimentos e atividades nas áreas da saúde, educação, cidadania, cultura e lazer. Todos os atendimentos serão realizados pela comunidade acadêmica da UnP, utilizando-se de toda a infraestrutura disponível nas clínicas e laboratórios da Instituição e do Centro Integrado de Saúde.

A iniciativa integra a Campanha Nacional da Responsabilidade Social no Ensino Superior Particular, promovida pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que completa 10 anos em 2015 com a marca de mais de 10 milhões de atendimentos gratuitos oferecidos à população em todo o Brasil.

A ação vem de encontro aos princípios e à missão da UnP de “formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo – através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência – para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País”.

DIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO SUPERIOR PARTICULAR

19 de setembro – UnP Salgado Filho
Aberto ao público das 9h às 17h
Atendimentos gratuitos à população nas áreas da saúde, cidadania, cultura e lazer
Informações: (84) 3216.8626


Fonte: unp.br

No interior cearense, aluno é incentivado a escrever melhor

Professora de língua portuguesa, Fabiana Pereira Fernandes define a leitura como o meio pelo qual os estudantes desenvolvem o senso crítico e construtivo. “Pela leitura, o indivíduo aprende a conhecer o mundo e a transformá-lo; também aprende a transformar a si mesmo e o modo de existir”, justifica. A escrita, por sua vez, de acordo com a professora, possibilita a materialização das ideias e torna possível que outros as vivenciem nos espaços de aprendizagem da escola e da sociedade.

Na Escola de Ensino Médio Dona Antônia Lindalva de Morais, onde leciona, no município de Milagres (28,4 mil habitantes), no sul do Ceará, Fabiana desenvolve projetos em parceria com outros professores. A instituição incentiva esse trabalho, por entendê-lo como uma forma de estimular o aluno a ter liberdade para aprender e produzir conhecimento. “No projeto político-pedagógico da escola para 2015, a equipe deu prioridade ao desenvolvimento dessa proposta como prática que permeia todas as disciplinas”, diz. Fabiana e os demais professores da área de linguagens articulam-se com colegas de outras disciplinas para realizar atividades que busquem o desenvolvimento da capacidade cognitiva dos alunos.

Como exemplo de parceria, Fabiana cita a inclusão, nos planos de aula de todos os professores, independentemente da disciplina, de pelo menos duas atividades com produção de textos. “Essa prática contribui de forma significativa para o trabalho dos professores de linguagens”, avalia. Com licenciatura plena em letras e pós-graduação em língua portuguesa e literaturas brasileira e africana, ela está no magistério há três anos.

Proficiência — O projeto O Aluno é o Autor, idealizado por Fabiana e pelo professor de história Carlos César Pereira de Sousa, iniciado em novembro de 2014, tem como resultado a evolução dos estudantes em relação à leitura e à escrita. O trabalho visa à melhoria da proficiência dos alunos a partir do estudo e da produção de textos narrativos. Os estudantes com mais domínio de leitura e escrita orientam os demais.

“Os alunos começaram pesquisando o sentido de narratividade para a sociedade e a história da narração”, explica Carlos César. “Depois, estudaram a linguagem narrativa e suas principais características e realizaram pesquisa sobre lendas e contos folclóricos do município entre moradores idosos.” Por fim, os estudantes passaram a produzir textos narrativos a partir dessas lendas.

De acordo com Carlos César, que também dá aulas de filosofia, já é possível verificar a evolução dos alunos em relação à leitura e à escrita, bem como maior reconhecimento da importância das narrativas orais para a identidade da comunidade. Com licenciatura plena em história, ele está no magistério há cinco anos.

Experiências — Outros projetos voltados para a leitura e a escrita na escola são o Bate-Papo Literário e a Quinta Literária. O primeiro é realizado semestralmente, durante um turno de aula, e reúne uma turma por dia para compartilhar experiências de leitura, ouvir músicas e discutir arte.

O segundo projeto consiste em direcionar a atenção de toda a escola para o estudo de um único autor durante um dia de aula. As obras do autor escolhido são estudadas e discutidas por alunos e professores de todas as áreas. A primeira edição da Quinta Literária foi realizada em maio deste ano, em homenagem a José de Alencar [1829-1877]. Alguns alunos apresentaram-se caracterizados como personagens das principais obras do autor cearense.

Fátima Schenini

Fonte: portal.mec.gov.br


Jovem Novacruzense Consegue Aprovação Em Mestrado defendendo a existência de Deus

Jovem Novacruzense Francisco de Assis Mariano, conseguiu ser aceito no curso de mestrado em Filosofia na Universidade Federal da Paraíba, o que mais chamou atenção é que o Assis conseguiu o feito defendendo a existência de Deus. “Argumento Moral a favor da Existência de Deus”, foi o tema escolhido pelo rapaz para sua teste de mestrado.

Em Sua Rede Social Facebook, Assis como é conhecido fez a seguinte declaração “Vou defender a existência de Deus, usando a moralidade humana objetiva como evidência, através das ferramentas da filosofia analítica (Lógica, Informação e Linguística)”.

Em uma rápida conversa com o Aluno de mestrado na UFPB, Assis disse ser Cristão, e que sua tese foi baseada em sua fé, para o ele a falsa fama que filosofia tem de ser contra Deus… o que não é verdade, na verdade há uma rica interação entre o conhecimento filosófico e Deus, isso acontece porque os filósofos de hoje foram educados em uma época onde só se poderia estudar assuntos que. Pudessem ser verificados pela ciência.

O Mesmo ainda aponta que sua tese foi baseada em três pontos:

  1.       Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem.
  2.       Valores e deveres morais objetivos existem.
  3.        Deus Existe.

Assis Ainda comentou que a defesa pela existência de Deus no meio filosófico não é novidade em países como os Estados Unidos mas que no brasil, esta separação entre filosofia e Deus é algo que ocorre, principalmente nas universidades públicas.

Fonte: www.portalnovacruz.com


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Natal publica edital para processo seletivo com 950 vagas para Saúde

Remuneração para cargos de nível superior será de R$ 3.424,03. Período de inscrição começa nesta quarta (16) e segue até o domingo (20).


A Prefeitura de Natal, por meio da Secretaria Municipal de Natal, publica no Diário Oficial do Município desta terça-feira (15) o edital do processo seletivo simplificado, por tempo determinado, para contratação temporária de 950 profissionais a serem encaminhados à rede de atenção à saúde do município do Natal nos níveis médio/técnico e superior. O período de inscrição, que será feita exclusivamente pela internet, começa nesta quarta-feira (16), e se estende até o próximo domingo, dia 20 de setembro.

o todo estão sendo ofertadas 950 vagas para os cargos de Assistente Social (20), Farmacêutico Bioquímico (22), Cirurgião Dentista (45), Enfermeiro (190), Farmacêutico (25), Fisioterapeuta (6), Educador Físico (2), Médico Clínico (49), Nutricionista (12), Psicólogo (16), Agente Administrativo (50), Auxiliar de Consultório Dentário (40), Auxiliar de Farmácia (20), Técnico de Enfermagem (390), Técnico de Laboratório (26), Técnico de Radiologia (35) e Técnico de Informática (2).

A inscrição será feita exclusivamente no Site da Prefeitura Municipal do Natal (www.natal.rn.gov.br). O processo seletivo simplificado será constituído de Avaliação Curricular referente aos últimos cinco anos. A remuneração para os cargos de nível superior será de R$ 3.424,03, para uma carga horária de 40 horas semanas, com exceção das vagas destinadas ao médico clínico que é de R$ 1.712,02, com carga horária de 20 horas. Para os cargos de nível médio, a remuneração varia de R$ 998,68 a R$ 1.414,45.

“Mesmo com a crise financeira que passamos, o prefeito Carlos Eduardo lançou o edital para contratação temporária desses profissionais e assim conseguiremos garantir a continuidade da prestação dos serviços na rede de atenção à saúde em Natal. Isso também demonstra a prioridade do prefeito com a Saúde de Natal e reforça o compromisso de entregarmos a segunda UPA da zona Norte e o Hospital Municipal de Natal ainda este ano”, destaca o secretário Luiz Roberto Fonseca.

O Processo Seletivo Simplificado tem o objetivo de selecionar temporariamente, por até um ano, admitindo apenas uma prorrogação, em casos excepcionais, devidamente justificada pelo Secretário Municipal de Saúde, desde que o prazo total não exceda dois anos ou até a nomeação dos novos servidores provenientes do concurso público, nos termos da Lei nº 6.396, de 9 de julho de 2013.

A análise curricular deve acontecer de 21 a 25 de setembro e o resultado final do processo seletivo deve ser divulgado no site da Prefeitura de Natal no dia 1º de outubro.


Fonte: g1.globo.com/rn

"Toronto decide não concorrer à sede da Olimpíada de 2024"

O prefeito da cidade canadense de Toronto, John Tory, anunciou hoje (15) que a cidade não vai se candidatar, no Comitê Olímpico Internacional (COI), para sediar a Olimpíada de 2024. O prazo termina nesta terça-feira.
Foto: Internet
Tory disse que, apesar de a Olimpíada representar um catalisador para a realização das obras de infraestrutura necessárias ao desenvolvimento da cidade, os moradores devem reunir a energia e o entusiasmo sentidos durante os Jogos Pan-Amercianos e Parapan-Americanos, que ocorreram em julho e agosto, para fazer as reformas. Ele destacou os setores de habitação, transporte e inclusão social como alvos dos investimentos da cidade.

Ele não descartou a possibilidade de candidaturas a outros eventos no futuro, como a Copa do Mundo de Futebol, os Jogos Olímpicos de Inverno e até mesmo uma Olimpíada. “Acredito que um dia Toronto será um lugar magnífico para os Jogos Olímpicos, mas não em 2024. Mais uma vez deixem-me ser claro: eu não digo 'não' aos jogos. Eu digo 'não dessa vez'".


Fonte: www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/436610_

terça-feira, 15 de setembro de 2015

UERN tem um dos piores ensinos do Nordeste, aponta ranking!

O Ranking Universitário realizado e divulgado pelo jornal Folha de São Paulo aponta a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) como uma das piores instituições de ensino superior, na categoria qualidade de ensino, entre todas as universidades públicas e privadas do Nordeste.

O levantamento leva em consideração a proporção entre professores com doutorado e mestrado, de professores com dedicação em tempo integral e parcial, a nota do ENADE e a opinião, coletada pelo Datafolha, de 726 professores escolhidos pelo MEC para analisar a qualidade de cursos superiores.

Foto: Internet
Das 41 universidades avaliadas, a UERN ficou na 34ª colocação. A melhor no quesito qualidade de ensino foi a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ficou em 4º lugar, e a UFERSA em 15º.

A Universidade Potiguar (UNP), única instituição privada do RN avaliada no levantamento, foi classificada como a 28ª melhor.

Além do ensino, o Ranking Universitário da Folha 2015 também avalia a área de pesquisa científica, mercado, inovação e internacionalização.

No ranking geral, a melhor instituição de ensino superior do país é a Universidade de São Paulo (USP), e a pior é Universidade Virtual do Estado do Maranhão (UNIVIMA).

Confira o ranking das universidades do Nordeste com as respectivas notas (de 0 a 32):

1     Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) - 28,53
2     Universidade Federal do Ceará (UFC) - 26,91
3     Universidade Federal da Bahia (UFBA) - 25,58
4     Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) - 25,46
5     Universidade Federal da Paraíba (UFPB) - 23,41
6     Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - 22,91
7     Universidade Federal do Pará (UFPA) - 22,46
8     Universidade Federal do Piauí (UFPI) - 20,12
9     Universidade Federal de Sergipe (UFS) - 18,47
10  Universidade de Fortaleza (UNIFOR) - 18,23
11  Universidade Federal de Alagoas (UFAL) - 17,13
12  Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) - 15,51
13  Universidade Estadual do Piauí (UESPI) - 15,08
14  Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - 15,06
15  Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) - 14,19
16  Universidade da Amazônia (UNAMA) - 13,57
17  Universidade Federal do Maranhão (UFMA) - 13,55
18  Universidade Estadual do Ceará (UECE) - 11,72
19  Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - 10,31
20  Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) - 8,93
21  Universidade do Estado do Pará (UEPA) - 8,68
22  Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) - 8,42
23  Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) - 8,35
24  Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) - 8,32
25  Universidade Tiradentes (UNIT) - 8,20
26  Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) - 8,10
27  Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) - 7,92
28  Universidade Potiguar (UNP) - 7,87
29  Universidade Salvador (UNIFACS) - 7,65
30  Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - 7,64
31  Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) - 7,60
32  Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) - 7,27
33  Universidade Regional do Cariri (URCA) - 7,16
34  Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) - 6,30
35  Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) - 5,68
36  Universidade de Pernambuco (UPE) - 5,34
37  Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA) - 4,43
38  Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) - 2,79
39  Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) - 2,29
40  Universidade Católica do Salvador (UCSAL) - 2,23
41  Universidade Virtual do Estado do Maranhão (UNIVIMA) - 0,51

Fonte: Mossoró Hoje


Revolução Industrial

A Revolução industrial foi um conjunto de mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XVIII e XIX. A principal particularidade dessa revolução foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e com o uso das máquinas.
Foto: Internet


Até o final do século XVIII a maioria da população européia vivia no campo e produzia o que consumia. De maneira artesanal o produtor dominava todo o processo produtivo.


Apesar de a produção ser predominantemente artesanal, países como a França e a Inglaterra, possuíam manufaturas. As manufaturas eram grandes oficinas onde diversos artesãos realizavam as tarefas manualmente, entretanto subordinados ao proprietário da manufatura.

A Inglaterra foi precursora na Revolução Industrial devido a diversos fatores, entre eles: possuir uma rica burguesia, o fato do país possuir a mais importante zona de livre comércio da Europa, o êxodo rural e a localização privilegiada junto ao mar o que facilitava a exploração dos mercados ultramarinos.

Como muitos empresários ambicionavam lucrar mais, o operário era explorado sendo forçado a trabalhar até 15 horas por dia em troca de um salário baixo. Além disso, mulheres e crianças também eram obrigadas a trabalhar para sustentarem suas famílias.

Diante disso, alguns trabalhadores se revoltaram com as péssimas condições de trabalho oferecidas, e começaram a sabotar as máquinas, ficando conhecidos como “os quebradores de máquinas“. Outros movimentos também surgiram nessa época com o objetivo de defender o trabalhador.

O trabalhador em razão deste processo perdeu o conhecimento de todo a técnica de fabricação passando a executar apenas uma etapa.

A Primeira etapa da Revolução Industrial 

Entre 1760 a 1860, a Revolução Industrial ficou limitada, primeiramente, à Inglaterra. Houve o aparecimento de indústrias de tecidos de algodão, com o uso do tear mecânico. Nessa época o aprimoramento das máquinas a vapor contribuiu para a continuação da Revolução.

A Segunda Etapa da Revolução Industrial 

A segunda etapa ocorreu no período de 1860 a 1900, ao contrário da primeira fase, países como Alemanha, França, Rússia e Itália também se industrializaram. O emprego do aço, a utilização da energia elétrica e dos combustíveis derivados do petróleo, a invenção do motor a explosão, da locomotiva a vapor e o desenvolvimento de produtos químicos foram as principais inovações desse período.

A Terceira Etapa da Revolução Industrial 

Alguns historiadores têm considerado os avanços tecnológicos do século XX e XXI como a terceira etapa da Revolução Industrial. O computador, o fax, a engenharia genética, o celular seriam algumas das inovações dessa época.

Fonte: www.sohistoria.com.br/resumos/revolucaoindustrial.php


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Professora indígena dá aulas na sala de sua casa para continuar ensinando

Bruna Souza Cruz
Do UOL, em Lábrea* (AM)

Uma sala ampla, arejada, um quadro negro e giz. Tudo parece adequado para o início de mais um dia de aula na aldeia Crispin, localizada a quatro horas de voadeira (embarcação movida a motor) – e 16h de barco - do centro da cidade de Lábrea (701 km de Manaus - AM). Mas existem algumas dificuldades. A sala não é de aula. É a da casa da professora Davina Almeida de Souza Paumari, 40. E para completar, no local não há cadeiras nem mesas para seus 15 alunos estudarem.
"As crianças ficam todas no chão, de peito para baixo. O rendimento delas fica prejudicado. Muitas viram pra mim e falam: Professora, não aguento mais ficar assim", conta Davina, que dá aulas de paumari (família linguística Arawá, do povo indígena Paumari, que vive na região do médio rio Purus, sul do Amazonas) para os 1º e 2º anos do ensino fundamental.
Foto: Internet
Mamori, como é conhecida em sua aldeia, é contratada pela prefeitura de Lábrea como professora de escola indígena e recebe cerca de R$ 900 para dar aulas em sua comunidade. Casada há 28 anos com o cacique e também ex-professor José Roberto de Souza Paumari (Kaviri – nome indígena), ela ainda divide seu tempo com os cuidados dos seis filhos.
O casal de professores conseguiu concluir o ensino médio com muito esforço diante das idas e vindas entre a aldeia e Lábrea, uma vez que o ensino na comunidade só vai até o 5º ano do ensino fundamental – até hoje os Paumari da aldeia que querem terminar o ensino fundamental precisam ir para a cidade.

Professora Davina Paumari / Foto: Internet

"A nossa asa é o nosso saber. Se nós não soubermos de nada, não temos como voar para nenhum canto. Nós estamos nos tornando como um passado que está criando a asa. Se nós conseguirmos, nós temos como voar para outro canto".
Segundo Mamori, há sete anos sua comunidade luta para a construção de um espaço que atenda a necessidade dos alunos. Na aldeia até existe uma escola, mas ela só tem uma sala que precisa ser dividida por cinco professores - o casal não informou a quantidade exata de estudantes existentes, mas ressaltou que o número num passado recente era de 180. Ao todo, 260 pessoas vivem no local.

Merenda atrasada

A professora afirma que ela e seu marido já tentaram inúmeras conversas com a prefeitura local sobre a construção de uma escola maior. Inclusive, já reclamaram sobre o atraso de dois meses da merenda escolar. Segundo o casal, a prefeitura alega que não tem recursos para a construção da escola e que a merenda será enviada agora em setembro. O UOL tentou contato telefônico com a Secretaria de Educação de Lábrea durante três dias seguidos, mas não conseguiu.
Por esses motivos, a Mamori decidiu abrir as portas de sua casa. "O certo mesmo era eu nem arrumar minha casa para ser escola. A prefeitura era quem deveria resolver o problema, mas como a gente está na luta há tanto tempo, o jeito é trabalhar mesmo", acrescenta.
"É muito difícil. A gente faz o melhor trabalho que podemos", ressalta José Roberto, que começou a trabalhar na aldeia como professor auxiliar aos 12 anos de idade e só parou de dar aula aos 40 anos, por falta de tempo.
"Como cacique eu viajo muito e aí precisava deixar outro professor com meus alunos quando eu viajava. Ficava três dias, uma semana fora. Aí tive que parar de dar aula no ano passado", explica.

Comemoração em dose dupla

O casal de professores não esconde a ansiedade e o nervosismo quando questionados sobre os planos futuros para a família. Se tudo der certo, no início do ano que vem os dois começarão as aulas do curso superior de pedagogia intercultural indígena, oferecido pela Ufam (Universidade Federal do Amazonas). No meio deste ano, eles fizeram o vestibular indígena da instituição de ensino e foram aprovados.
"É. Vamos fazer faculdade juntos aqui. Fiquei assim animado [quando recebeu a notícia da aprovação]. Era um sonho a gente ter essa oportunidade", comemora o cacique. "Fiquei até assustada quando soube que tinha passado, mas estou animada. E com medo. Estudar junto [com o marido] vai ser estranho", brinca Mamori.

*A jornalista viajou à convite da Caravana do Esporte e da Caravana das Artes, projeto da ESPN em parceira com o Instituto Esporte e Educação, Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Disney.


Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/09/14/professora-indigena-da-aulas-na-sala-de-sua-casa-para-continuar-ensinando.htm

Horário das avaliações da disciplina de História

Segunda-feira 14/09: para a turma do 6º ano "A" (no quarto horário).
Segunda-feira 14/09: para a turma do 7º ano (no quinto horário).
Quarta-feira 16/09: para a turma do 8º ano (no quarto horário).
Quarta-feira 16/09: para a turma do 9º ano (no quinto horário).
Quinta-feira 17/09: para a turma do 6º ano "B" (no quinto horário).


OBSERVAÇÕES:
  • Todas as turmas terão um horário para responder as avaliações.  
  • As notas estarão disponíveis 48 horas após entrega das mesmas. 








quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Os indígenas que habitavam o Rio Grande do Norte

Os povos indígenas que habitaram o território que hoje constitui o Estado do RN dividiam-se entre os Potiguara, que habitavam o litoral, e os Tarairiu, habitantes do Sertão.

Os Potiguara pertenciam ao tronco Tupi e distribuiam-se entre os atuais Estados da Paraiba, RN e Ceará. O POVO TARAIRIU. Os Tarairiu habitavam a zona semiárida do que hoje é o Nordeste. Esses Tapuia, como alguns outros indígenas do Brasil, costumavam depilar todo o corpo e o rosto.Todos, inclusive as crianças.

Costumavam pintar o corpo utilizando-se de tinta preta, extraída do jenipapo, e vermelha, do urucum. Andavam nus, porém com os genitais cobertos: as mulheres usavam uma espécie de avental, confeccionado com folhas, preso à cintura, e os homens usavam um cendal(véu), também vegetal. Os homens perfuravam bochechas, lábios, orelhas e nariz, por onde transpassavam ossos, pedras coloridas ou madeira. Também utilizavam penas de aves diversas, que prendiam nos cabelos e no corpo, colocando-as com cera de abelha ou atando-as com fios de algodão para fazer cordões, pulseiras e tornezeleiras. Usavam também sandálias feitas de fibras vegetais.
Foto: Internet

O clima quente e seco do sertão impunha aos Tarairiu uma vida seminômade. De acordo com as estações do ano, os tarairiu mudavam seu acampamento para lugares que melhor lhes garantissem a sobrevivência, por tanto não tinham aldeias fixas, num unico lugar, mas construíam acampamentos regulares, dentro de uma área delimitada(...) por causa dos seminomadismo, seus acampamentos eram rústicos, compostos por abrigos feitos de pau e folhas, geralmente á beira d´água.

Dormiam em redes, ou mesmo no chão quando viajando, tendo sempre uma folgueira perto(...) as mulheres e crianças eram incumbidas de transportar os utensílios, cestárias, bagagens e armas, também deveriam, no novo acampamento, procurar paus e folhagens para a confecção do novo abrigo. Eram também elas que se incumbiam da alimentação e bebidas, e dos cuidados das crianças, auxiliadas pelas anciãs.

Aos homens cabiam a caça, a pesca e a procura de mel silvestre; eram exímios caçadores(...) e construíam armadilhas para peixes e animais silvestres; caçavam principalmente pequenos animais, já que grandes não havia no sertão. Sua alimentação básica era, pois, a caça assada em fornos subterrâneos, a pesca, o mel, frutos, raízes, ervas e animais silvestres, como lagartos e cobras.

Após as chuvas e os rios estarem cheios, os tarairiu voltavam para as várzeas a fim de plantarem mandioca, milho, legumes e alguns frutos e raízes (...) Os Tarairiu eram guerreiros temidos pelos outros indígenas, por sua força, velocidade, destreza na guerra, onde adotavam a tática da surpresa, isto é, da guerrilha.

O primeiro contato com o homem branco se deu entre os tupi-Potiguara, que habitavam o litoral leste, visto que foi aí que aportaram as primeiras embarcações vindas do outro lado do Oceano Atlântico.

Fonte: LOPES, Fátima Martins. Missões religiosas: Índios, colonos e missionários na colonização da capitania do RN. (extraído do blog: sertaoaqui.blogspot.com.br)