Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude! (Algusto Cury)



segunda-feira, 20 de junho de 2016

Estado Islâmico

O Estado Islâmico proclamou seu califado em junho de 2014 e, desde então, vem promovendo uma série de atrocidades contra a população da região onde atua.


Publicado por: Cláudio Fernandes em Idade Contemporânea

No dia 29 de junho de 2014, Abu Bark Al-Baghdadi, líder do grupo terrorista sunita Estado Islâmico (também conhecido pela sigla EI), foi proclamadocalifa da região dominada pelo referido grupo, que se situa entre o Iraque e a Síria. O EI reivindica o domínio sobre um vasto território entre esses dois países, que já possuem um longo histórico de guerras e conflitos étnicos e religiosos. Um califado – isto é, um regime político-religioso orientado pela Lei Islâmica Sharia e por preceitos corânicos – instituído por um grupo terrorista constitui um grande problema tanto para a região do Oriente Médio quanto para outras regiões do mundo.


A história da formação do Estado Islâmico está atrelada aos projetos que a Al-Qaeda – organização terrorista fundada por Osama Bin Laden e responsável pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 – desenvolveu para a conquista de poder na Síria e no Iraque após a guerra que os Estados Unidos da América e outras nações ocidentais deflagraram contra Saddan Hussein em 2003. O Estado Islâmico – que já foi chamado de Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS, em inglês) – originou-se como um braço da Al-Qaeda que atuava na região do Levante, na fronteira entre os dois países citados, mas logo se tornou independente da organização de Bin Laden e passou a atuar seguindo suas próprias regras. Os membros mais antigos da Al-Qaeda já declararam que o EI possui uma postura amplamente mais radical que a rede responsável pelos ataques do 11 de setembro.

Assim como a Al-Qaeda, o EI também se guia por uma interpretação extremista da Jihad (guerra santa islâmica) e alimenta a possibilidade de ataques terroristas a países ocidentais, já que encara o Ocidente como um reduto de degenerescência moral e decadência religiosa. Para tanto, há, desde o início de 2014, uma intensa migração de jovens – sobretudo europeus – para a região dominada pelo EI com o objetivo de serem treinados para atuar em defesa do califado. O sequestro de jornalistas, embaixadores e outras pessoas que atuam no Oriente Médio é prática corriqueira do EI. Quando o grupo se sente ameaçado, executa com crueldade essas pessoas mantidas como reféns.

Aliás, entre as principais características do EI estão as variadas atrocidades que vem cometendo, sobretudo nas cidades que estão sob seu domínio, onde se encontram xiitas, cristãos e curdos – seus principais alvos. A mutilação genital – extirpação do clitóris – feminina, o estupro de crianças e mulheres, a decapitação, a crucificação – sobretudo de cristãos – e o fuzilamento em massa estão entre as atrocidades cometidas diariamente pelos membros do Estado Islâmico.

Em setembro de 2014, os Estados Unidos e outros países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), sob a iniciativa do presidente Barack Obama, decidiram auxiliar os combatentes iraquianos na luta contra o EI, organizando uma série de bombardeiros contra as instalações militares do grupo terrorista. Países do Oriente Médio, como a Síria, a Arábia Saudita, a Turquia e o Irã, declararam apoio à operação, já que também têm interesses na destruição do califado de Abu Bakr Al-Baghdadi.

Fonte: mundoeducacao.bol.uol.com.br


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Como era uma senzala?

Trabalho

Logo ao amanhecer, os homens eram levados para as plantações, que ficavam a até 1 quilômetro distância, e as mulheres faziam as tarefas doméstica na casa grande.

Alimentação

Só havia uma refeição no fim do dia. A comida insuficiente para a nutrição, era feita num panelão pelas escravas, com canjica feijão e inhame. Carne, muito raramente.

Feitores

Homens armados ficavam do lado externo da senzala, guardando as portas para impedir fugas. Também eram encarregados de organizar expedições para recapturar foragidos água, que os escravos usavam para se lavar.
Sexo

Escravas eram encaradas basicamente como reprodutoras. Também sofriam violências sexuais e eram obrigadas a participar de orgias com os fazendeiros e os filhos e amigos deles.

Festas

Os escravos mantinham os antigos rituais africanos. Suas danças foram mudando e ganhando movimentos de luta, que serviam para defesa pessoal, caso da capoeira.

Valor

O preço de um escravo no século 19 variava muito, dependendo, por exemplo, da idade. Alguns valiam 400 mil réis, o suficiente para comprar um bom sítio na época.

Barracão

Os escravos ficavam num barracão coletivo, de teto baixo e sem janelas. Dormiam no chão de terra ou em camas de tábuas. Um fogo ficava aceso para aquecer e iluminar.

Religião

Proibidos de praticar rituais religiosos na senzala, os escravos mantinham seus líderes espirituais. E outros falavam aos mais novos sobre seus deuses e espíritos protetores.

Acomodação

Em geral, homens, mulheres e crianças ficavam no mesmo cômodo. Algumas fazendas separavam os três grupos e outras mantinham os filhos com as mães até a adolescência.

Punição

Escravos fujões ou rebeldes eram acorrentados a troncos em frente à senzala, como exemplo. Outros tinham que andar com grilhões nos pés e pescoço.

Higiene

Sem água corrente, as senzalas fediam. Atrás do barracão ficavam as latrinas - fossas no chão - e barricas cheias de água, que os escravos usavam para se lavar.

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

quarta-feira, 8 de junho de 2016

AVISO: Horário das avaliações do II Bimestre da disciplina de História

  •  6º ano “A”: dia 14 de Junho (Terça-feira);

  • 6º ano “B”: dia 15 de Junho (Quarta-feira);

  • 7º ano: dia 14 de Junho (Terça-feira);

  • 8º ano: dia 16 de Junho (Quinta-feira); 

  • 9º ano: dia 15 de Junho (Quarta-feira).

Muito obrigado.
                    

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Acidente com ônibus escolar na Turquia mata 14, sendo 6 crianças

No acidente de domingo, ficaram feridas outras 26 pessoas. Ônibus escolar caiu em canal de irrigação na província de Osman


Quatorze pessoas morreram, entre elas cinco crianças e um bebê, depois que um ônibus escolar caiu em um canal de irrigação na província de Osmaniye, no sudeste da Turquia, informaram nesta segunda-feira (6) fontes oficiais.
Foto: DHA/AP

No acidente, ocorrido no domingo à noite, ficaram feridas outras 26 pessoas, uma delas em estado grave.

No acidente morreram cinco estudantes, um bebê, um professor, o motorista do veículo e seis pais que acompanhavam as crianças, informou Kerem Al, governador de Osmaniye.

O veículo transportava no total 40 pessoas e ia para a cidade de Osmaniye, onde os estudantes iam visitar um museu.

Um vídeo do acidente publicado pela imprensa mostra que o ônibus bateu em outro veículo depois de ultrapassar um caminhão e caiu em um canal de irrigação ao lado da estrada, no qual ficou submerso.

Fonte: g1.globo.com
            


Resultado do Sisu 2016 será divulgado nesta segunda-feira

Sistema de Seleção Unificada (Sisu) recebeu 1.502.680 inscrições até quinta-feira (2). Lista de aprovados será divulgada em única chamada.


Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) serão divulgados em única chamada nesta segunda-feira (6), sem horário definido. Até as 18h de quinta-feira (2), último dia de prazo para inscrições, 1.502.680 inscrições de 778.739 candidatos foram feitas. Cada candidato podia se inscrever em até duas opções de curso. 
Foto: Reprodução 

O resultado poderá ser conferido pelo site. As matrículas devem ser feitas entre os dias 10 e 14 de junho, nas instituições de ensino. 

O Sisu é o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Esta edição oferece 56.422 vagas em 65 instituições. A inscrição podia ser feita somente pelos estudantes que participaram do Enem de 2015 e obtiveram nota na redação que não fosse zero.

Fonte: g1.globo.com


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Texto com Atividade introdutória sobre o Ciclo do Ouro no Brasil ( atividade para a aula de História do dia 02 de Junho de 2016 / Turma: 8º ano)


Questões:

1)  O que é o Iphan? Cite o nome de bens culturais do Brasil tombados pelo Iphan (8 exemplos).

2) Na sua opinião o tombamento de um bem é suficiente para preservá-lo? Justifique.

3) O que você sabe sobre o artista Aleijadinho?

4) Você já ouviu falar dos tropeiros? 


A invasão Holandesa na Capitania do Rio Grande ( Texto para a aula de História do dia 02 de Junho de 2016 / Turma: 9º ano)

Em junho de 1625, cumprido missão para o governo holandês, o capitão Uzeel aproximou-se das terras de Cunhaú e fez um relatório do que viu. Ao retornar à Holanda, levou índios para aculturar.

O relatório serviu para planejar o futuro ataque à Capitania do Rio Grande, e os índios depois de aculturados, seriam aliados e intérpretes.

Em 1630, a Holanda enviou Adriano Verdock para observar, mapear e relatar tudo sobre a Capitania do Rio Grande. O objetivo dessa missão era utilizar as informações para planejar estrategicamente a invasão.

O relatório feito por Verdock detalhava aspectos da Capitania do Rio Grande, chamando a atenção para as riquezas. Indicava as lavouras de cana-de-açúcar, as sesmarias de criação de gado que eram bastantes significativas, a abundância de sal no litoral, a pesca farta e os principais produtos agrícolas.

O engenho de Cunhaú chamou a atenção de Verdock, pois era o centro econômico da capitania onde era desenvolvida a lavoura de cana-de-açúcar, além da criação de muito gado.

Em Cunhaú, moravam 70 homens com suas respectivas famílias.

Entre outras observações importantes, no relatório, constava ainda que em Natal havia, em média 40 casas de palha e de barro, destacando que a população masculina era de ,no máximo, 130 homens.

No ano de 1631, o Conselho Político do Brasil Holandês, em Recife, recebeu a visita de um índio chamado Marcial, representante Cariri, índios do interior da Capitania do Rio Grande. Em nome dos chefes indígenas, Janduís e seu irmão Oquenoçu, Marcial ofereceu a amizade e aliança das tribos ara colaborar na invasão à Capitania do Rio Grande.

Em companhia de Marcial, uma embarcação fez uma inspeção próximo à Fortaleza dos Reis Magos.

Ainda neste mesmo ano (1631), a Fortaleza dos Reis Magos sofreu uma tentativa de invasão por uma esquadra de 14 navios holandeses. O comandante Cipriano Pita Porto e tropas defenderam-na impedindo a investida de invasão.

Os holandeses recuaram, mas não desistiram. Comandados pro Mathias Van Ceulen, voltaram em 1633 mais equipados e trazendo 808 homens armados.

O capitão-mor Pedro Mendes de Gouveia foi ferido. Os holandeses venceram e tomaram posse da Fortaleza dos Reis Magos.


Fonte: Rio Grande do Norte: História, Cultura e Identidade - Marlúcia Galvão Brandão. Curitiba: Base Editora, 2008. (do Blog tudodorn.blogspot.com.br)