Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude! (Algusto Cury)



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Breve história do trânsito

O meio de locomoção mais antigo e rudimentar é o próprio ato de caminhar. Depois disso, algumas invenções permitiram o deslocamento mais fácil e rápido, como a roda, trenó, canoa etc. Desde o início da história, os veículos destinavam-se apenas ao transporte de bens, depois passaram a ser usados para transportar o homem e seus pertences, e, por último, foram desenvolvidos os veículos para transporte exclusivos de pessoas.

Além dos meios de locomoção, melhorar as estradas foi fundamental. Segundo historiadores, a construção de alguns impérios, como persa e romano, impulsionou o desenvolvimento das estradas, pois os caminhos de pedras eram construídos para garantir a expansão do império.

Os romanos foram considerados os grandes peritos em construção de estradas. Possuíam uma extensa rede viária com mais de 350.000 km de estradas sem pavimentação e já tinham sinalizações, marcos quilométricos, indicadores de sentido e as primeiras regulamentações de tráfego.

Os primeiros relatos de congestionamentos apareceram na Grécia Antiga. Eram comuns as reclamações de como a largura das ruas eram insuficiente para o número de pessoas e veículos e que alargá-las seria inútil, uma vez que o volume de tráfego tenderia a crescer.

No fim do século XVI é que a construção de estradas, essencial para a integração do Império Romano, foi retomada. E até o fim do século XIX, as estradas que mais se desenvolveram foram às estradas de ferro.

Surge o carro

O primeiro automóvel, invenção do francês Nicholas Cugnot, ficou pronto em 1771 e se deslocava a uma velocidade de 4 km/h. Nesse mesmo ano, aconteceu o primeiro acidente automobilístico da história. O próprio Cugnot perdeu o controle da direção ao tentar fazer uma curva e, por não ter freio, destruiu um muro no pátio de manobras no Quartel Real de Vicenes (França).

Na Inglaterra surgiu a primeira lei de trânsito - a da “Bandeira Vermelha” - em 1836. Limitava em 10 km/h a velocidade máxima e obrigava que um homem precedesse o veículo com uma bandeira vermelha para alertar os pedestres.


Além dos dispositivos legais, também foram criados meios para sinalizar e disciplinar o uso da via. Em 1868, surge na Inglaterra um dispositivo para controle de tráfego com luzes coloridas, para ser visto à noite, que funcionava a gás. O mecanismo era formado por duas hastes que eram movimentadas por policiais: quando na horizontal, elas indicavam que os veículos parassem; em 45 graus, eles deveriam seguir. Durou menos de um mês porque explodiu, ferindo o policial que o manejava. O sinal de três cores que temos hoje foi inventado e instalado pelo policial William Potts, em 1920, em Detroit.

No Brasil

O primeiro carro foi trazido de Paris para São Paulo por Henrique Santos Dumont (irmão de Alberto) em 1891. Era um Peugeot com motor Daimler de patente alemã. Já o primeiro acidente automobilístico aconteceu alguns anos depois: em 1897, no Rio de Janeiro. O abolicionista José do Patrocínio importou um carro e emprestou para Olavo Bilac que, sem ser habilitado, bateu na primeira árvore que encontrou na Estrada Velha da Tijuca.

O primeiro Código de Trânsito do Brasil, foi o Decreto-Lei nº 3.671 de 25 de setembro de 1941, depois veio a Lei n º 5.108 de 21 de setembro de 1966. E, hoje, encontra-se em vigor, o Código de Trânsito Brasileiro instituído pela Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997.

O primeiro acidente com vítima fatal no trânsito aconteceu em maio de 1869 no Condado de Offaly na Irlanda.


A vítima foi arremessada e atropelada pelo próprio veículo a uma velocidade aproximada de 6 km/h. Mesmo com a baixa velocidade, teve uma fratura no pescoço e não resistiu aos ferimentos

Fonte: www.transitoideal.com

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

As Fontes Históricas

Faz parte do trabalho dos pesquisadores de história a escolha do povo, grupo ou tema que será estudado, assim como a definição do período de tempo que será pesquisado. Essa escolha não é feita por acaso: ela se fundamenta nas questões propostas pelo presente e nas vivências de cada historiador.

Em seu estudo, os historiadores utilizam diferentes tipos de documentos, chamados fontes históricas. Estas podem ser escritas (livros, jornais, certidões de nascimento, testamentos), iconográficas (pinturas, gravuras, charges, desenhos, fotografias), orais (depoimentos, histórias tradicionais) e materiais (vestígios de construções, instrumentos, utensílios e fósseis, restos petrificados de animais e vegetais), entre outras.

A análise das fontes históricas envolve o trabalho de outros profissionais, além dos historiadores. A pesquisa para encontrar e depois analisar vestígios materiais, por exemplo, é realizada também por arqueólogos e paleontólogos. Os arqueólogos coletam restos de construções, utensílios e outros objetos, muitas vezes realizando escavações para encontrá-los. Por meio da análise desses vestígios, procuram conhecer os costumes e culturas dos povos antigos.

Sem dúvida, um dos tipos mais ricos em informações, e que são muito utilizados pelos historiadores são as imagens em geral. Esse tipo de linguagem é um dos mais antigos, e foi utilizado pelo ser humano desde muito antes do surgimento da escrita, como é possível ver nas cavernas do período Paleolítico.

No nosso caso, interessa-nos a pintura como fonte histórica, e é dela que extrairemos as informações que estamos buscando. Vamos conhecer um pouco mais sobre ela?


Fonte: conviteahistoria.webnode.com.br

O que é um sítio arqueológico?

Sítio arqueológico é um local onde são encontrados vestígios dos homens que viveram no passado. Esses vestígios são os restos de suas casas, de sua alimentação, seus instrumentos de trabalho, suas armas, seus enfeites e pinturas. Através do estudo desses objetos, os arqueólogos formulam algumas hipóteses sobre o modo de vida dos homens pré-históricos. Não é um trabalho fácil, uma vez que esses povos não deixaram nenhum documento escrito, pois ainda não conheciam a escrita. 

O sítio arqueológico é um lugar bem delimitado, onde foram realizadas atividades humanas. Os arqueólogos fazem escavações cuidadosas, pois os restos mais antigos encontram-se enterrados. Cada objeto é fotografado, limpo e levado para o laboratório para ser analisado.

Fonte: www.klickeducacao.com.br